Olhar de alma inquieta, fato de fazenda grosseira e paletot pardacento, místico, irónico e perverso, se por dentro sofria, por fora, dolorosamente sorria. E provocava. Porque para Baudelaire, “em loja de ourives, até as varreduras são de vinte e quatro quilates”… Assim foi o poeta. E assim foi vivendo, escrevendo e morrendo aos poucos também. Até um dia. E semeou “Flores do Mal”, um marco na poesia moderna e simbolista. Passa hoje mais um ano que partiu…

adelino cp
31.agosto (de todos os anos)

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