Há dias, um cliente e amigo, pediu-me este livro. Procurei-o no local devido, que é mais ou menos aquele entre a porta e as paredes do fundo. Espreitei pelas estantes, abri gavetas, debrucei-me na zona de republicanos assumidos, monárquicos assustados, integralistas esquecidos. Mas do livro, nada.
Lembro-me da capa e das histórias que da data se contam. Porque terá sido no Porto, como diria Oliveira Martins “a capital do pensamento democrático português”?
E as respostas sucedem-se. Porque assim foi em 1820, para expulsar os ingleses e obrigar a Corte a voltar do Brasil, em 1826 para proclamar a Carta Constitucional, em 1833-34, aquando da expulsão de D. Miguel. E ainda em 1836, na revolução de Setembro e em 1846, quando se finou o Cabralismo; (e o Porto sempre diferente, mesmo em Janeiro de 2021).

O 31 de Janeiro de 1891 é uma data histórica. O Prof. Vitor Serrão num seu post de hoje fala-nos disso mesmo. Sugiro que o leiam. Por mim, assinalo o dia, com um livro que me pediram e não encontro. Mas se o encontrar já terá o seu dono.
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