Ainda em Vila Viçosa, o Rei e o Príncipe não imaginariam, decerto, o que os esperaria. Na charneca alentejana, o ar era outro, os sorrisos que o digam. D. Carlos, nunca perdia a pose. A seu lado, o cão, o homem, o charuto e o resto, tudo lhe era ‘pequeno’. Ali, no paraíso, corriam-se as lebres. Até um dia. Passa hoje mais um ano sobre o Regicídio.

 

 

(imagens: Ilustração Portuguesa)
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